Arquivo de Mulher - Mundo das Franquias https://mundodasfranquias.com/tag/mulher/ Wed, 02 Jul 2025 18:41:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://mundodasfranquias.com/wp-content/uploads/2025/06/Logo_MDF_Icone-site-150x150.png Arquivo de Mulher - Mundo das Franquias https://mundodasfranquias.com/tag/mulher/ 32 32 245708185 Aposentada encontra no mercado de franquias um novo caminho https://mundodasfranquias.com/aposentada-encontra-no-mercado-de-franquias-um-novo-caminho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aposentada-encontra-no-mercado-de-franquias-um-novo-caminho https://mundodasfranquias.com/aposentada-encontra-no-mercado-de-franquias-um-novo-caminho/#respond Wed, 02 Jul 2025 18:40:26 +0000 https://mundodasfranquias.com/?p=619 Martha Evely é a franqueada de São Paulo da rede Torky, microfranquia do mercado de oficina de instrumentos musicais móvel Aos 58 anos, Martha Evely Theófilo encontrou no mercado de franquias uma nova forma de viver a música e empreender com propósito. Durante anos, atuou na Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, onde também colocava seus […]

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Martha Evely é a franqueada de São Paulo da rede Torky, microfranquia do mercado de oficina de instrumentos musicais móvel

Aos 58 anos, Martha Evely Theófilo encontrou no mercado de franquias uma nova forma de viver a música e empreender com propósito.

Durante anos, atuou na Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, onde também colocava seus talentos musicais em prática.

Como musicista — toca violão e clarinete — integrou a banda e o coral da corporação.

Em 2022, com a aposentadoria se aproximando, Martha começou a buscar um modelo de negócio acessível e com propósito.

Foi quando conheceu a Torky, primeira microfranquia de oficina de instrumentos musicais móvel, e vislumbrou uma possibilidade de manter seu amor pelos instrumentos mesmo após a aposentadoria.

“Sempre tive interesse por franquias e, quando li sobre a rede, soube que era o que eu estava procurando. O investimento era viável, e a franquia, alinhada com a minha trajetória”, conta.

Antes disso, já havia experimentado o empreendedorismo.

Entre 2012 e 2016, fez um curso de patchwork e chegou a vender peças artesanais em feiras.

Porém, com outro emprego em tempo integral, a rotina se tornou difícil de conciliar, e o projeto acabou sendo deixado de lado.

Mas o desejo de empreender permaneceu.

Empreendedora desde o primeiro dia

Determinada, ela se aposentou em janeiro de 2023 e logo entrou em contato com a equipe da Torky.

“Já tinha lido todo o estatuto e, na visita, confirmei que era isso que eu queria. O Paulo – um dos sócios da franquia – comentou sobre o treinamento e eu perguntei: ‘Quando começo?’”, lembra com entusiasmo.

Martha iniciou sua operação no modelo home based, adaptando um quarto da sua casa para montar a oficina com todo o material fornecido pela rede.

Logo começou a divulgar seus serviços e captar os primeiros clientes.

“No começo foi um desafio, mas com anúncios bem direcionados, os pedidos começaram a chegar.”

Crescimento e novos passos

Com o crescimento da demanda, Martha decidiu investir em um novo espaço e, após um ano de operação, mudou sua oficina para um endereço fora de casa.

“Já estamos há seis meses nesse novo local. Atendo com horário marcado, e quando o cliente não pode vir, eu vou até ele. Essa flexibilidade é um diferencial que os clientes valorizam muito.”

A trajetória de Martha representa o espírito da Torky: unir paixão pela música com um modelo de negócio acessível e de fácil operação. Hoje, ela é uma das cinco franqueadas em atividade e segue entusiasmada com o crescimento da rede.

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Casal fatura R$ 4 milhões com clínica de transplante capilar https://mundodasfranquias.com/casal-fatura-r-4-milhoes-com-clinica-de-transplante-capilar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=casal-fatura-r-4-milhoes-com-clinica-de-transplante-capilar https://mundodasfranquias.com/casal-fatura-r-4-milhoes-com-clinica-de-transplante-capilar/#respond Wed, 02 Jul 2025 18:30:54 +0000 https://mundodasfranquias.com/?p=616 História do casal Thaigra Reis e Audir Carvalho, franqueados da Novofio, é exemplo de parceria que transforma vidas Em um cenário onde o amor encontra a estratégia e a medicina encontra o empreendedorismo, o casal de médicos Thaigra Reis e Audir Carvalho construiu mais do que uma família. Ergueu um negócio de sucesso que hoje […]

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História do casal Thaigra Reis e Audir Carvalho, franqueados da Novofio, é exemplo de parceria que transforma vidas

Em um cenário onde o amor encontra a estratégia e a medicina encontra o empreendedorismo, o casal de médicos Thaigra Reis e Audir Carvalho construiu mais do que uma família.

Ergueu um negócio de sucesso que hoje fatura cerca de R$ 4 milhões por ano com unidades da clínica Novofio, especializada em tratamentos e transplantes capilares.

Eles comandam a unidade de Perdizes, bairro nobre de São Paulo, e também estão presentes em Teresina (PI).

Empreendimento de casal tem sucesso

Segundo levantamento da Serasa Experian, o número de casais que empreendem juntos no Brasil cresceu 39% nos últimos cinco anos.

A história a dois começou durante a faculdade de Medicina, em instituições diferentes, e seguiu em sintonia dentro e fora dos consultórios.

“Nos conhecemos ainda na graduação e, desde os primeiros encontros, falávamos sobre o poder transformador dos procedimentos estéticos. Sempre tivemos um objetivo comum: promover autoestima e bem-estar. A partir daí, decidimos seguir juntos também na carreira”, relembra Audir Carvalho.

“A gente vive a clínica com o mesmo amor que vive a nossa família. É claro que precisamos de equilíbrio, principalmente com dois filhos pequenos, mas aprendemos a estabelecer limites e também a aproveitar a convivência profissional como um ponto de conexão”, conta Thaigra Reis.

O ponto de virada veio quando ambos decidiram buscar especializações em São Paulo: ela em dermatologia e ele em tricologia e transplante capilar.

O desafio foi duplo: Thaigra já era mãe e estava grávida do segundo filho quando iniciou os estudos.

Mesmo assim, o casal persistiu.

“Era muita coisa ao mesmo tempo, mas tudo isso fortaleceu a nossa relação e trouxe mais propósito à nossa trajetória”, afirma Thaigra.

O ingresso no sistema de franquias da Novofio foi um divisor de águas.

Além do suporte gerencial, o modelo de negócio permitiu que o casal focasse na qualidade técnica e nos resultados dos procedimentos, hoje reconhecidos por pacientes de diversas regiões do país.

“Empreender no Brasil exige resiliência, organização e confiança no parceiro. A grande vantagem da franquia é que ela oferece o direcionamento necessário para podermos nos concentrar no que fazemos de melhor: transformar vidas”, avalia Carvalho.

Faturamento anual

Com mais de R$ 4 milhões de faturamento anual nas duas clínicas, a empresa cresce apoiada não apenas em resultados financeiros, mas também em histórias reais de transformação.

“O momento em que entendemos que estávamos no caminho certo foi quando começamos a ver o brilho nos olhos dos pacientes após a recuperação capilar. Isso é o que realmente nos move”, completa Thaigra.

Para além dos lucros, Thaigra e Audir mostram que é possível equilibrar os papéis de sócios, médicos, pais e cônjuges — com empatia, parceria e propósito.

“É impossível separar completamente o trabalho da vida pessoal, mas também não vejo isso como algo ruim. A vida é feita de misturas. O importante é que tudo isso aconteça com maturidade, amor e alinhamento”, conclui o doutor.

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Aos 57 anos, Rita transformou sua paixão em uma franquia https://mundodasfranquias.com/aos-57-anos-rita-transformou-sua-paixao-em-uma-franquia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aos-57-anos-rita-transformou-sua-paixao-em-uma-franquia https://mundodasfranquias.com/aos-57-anos-rita-transformou-sua-paixao-em-uma-franquia/#respond Wed, 02 Jul 2025 16:46:21 +0000 https://mundodasfranquias.com/?p=613 A empreendedora Rita de Cássia, atua como enfermeira e conta como aliou técnica, empatia e propósito para levar atendimento humanizado a quem mais precisa O setor de enfermagem tem papel essencial no cuidado com a saúde da população e vem ganhando destaque diante das novas demandas sociais. O envelhecimento acelerado dos brasileiros, o aumento de […]

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A empreendedora Rita de Cássia, atua como enfermeira e conta como aliou técnica, empatia e propósito para levar atendimento humanizado a quem mais precisa

O setor de enfermagem tem papel essencial no cuidado com a saúde da população e vem ganhando destaque diante das novas demandas sociais.

O envelhecimento acelerado dos brasileiros, o aumento de condições crônicas e a maior valorização do atendimento domiciliar reforçam a importância desse segmento.

Até 2040, o Brasil precisará de cerca de 4,5 milhões de enfermeiros, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Em paralelo, cresce a busca por serviços humanizados e especializados, que conectem conhecimento técnico à escuta ativa, empatia e acolhimento.

Foi nesse cenário que Rita de Cássia iniciou sua trajetória na saúde – aos 41 anos, tomou uma decisão ousada e deu um novo passo: começou a faculdade de Enfermagem.

Colou grau em 2013 e, desde então, construiu um percurso sólido e repleto de significado.

A profissional fez duas pós-graduações — uma em Urgência e Emergência e outra em Estomaterapia — e trabalhou em áreas diversas, como ambulância, hospital infantil e Unidades Básicas de Saúde.

A atuação em UBS, aliás, foi onde mais se identificou.

Apaixonada pela Saúde Pública, Rita se dedicou por anos ao atendimento primário até ser dispensada em 2022.

O que poderia ter sido um obstáculo se tornou uma virada de chave: decidiu empreender.

Após muita pesquisa, encontrou na Acuidar, rede de cuidadores especializados, uma proposta que se alinhava com sua visão de cuidado.

Em março de 2023, abriu o CNPJ e assumiu a unidade Jabaquara, na zona sul de São Paulo.

Sem experiência anterior em gestão, mergulhou na rotina empresarial com coragem e determinação.

Desde então, investe continuamente em capacitação, acompanha de perto sua equipe de cuidadores e realiza atendimentos domiciliares como enfermeira estomaterapeuta — diferencial que traz mais segurança e precisão ao trabalho.

“Não é fácil encontrar profissionais comprometidas, mas acredito que quando a liderança é feita com escuta e propósito, os resultados aparecem”, afirma.

Seu maior objetivo é tornar a unidade uma referência em atendimento domiciliar na região, oferecendo um serviço técnico, humanizado e de confiança para as famílias.

Acuidar: a maior rede de cuidadores da América Latina

A trajetória de Rita se conecta diretamente ao crescimento acelerado da Acuidar, franquia fundada em 2016, na Paraíba, pelo médico geriatra Dr. Vitor Hugo de Oliveira e pela fisioterapeuta Jéssica Ramalho.

A rede nasceu da vivência dos dois fundadores com o cuidado prolongado e com a ausência de serviços estruturados nesse campo.

A pandemia de 2020 impulsionou ainda mais a expansão, evidenciando a necessidade de atendimentos domiciliares qualificados.

Hoje, a Acuidar é a maior franquia do setor na América Latina. Encerrando 2024 com um faturamento de R$ 177 milhões — crescimento de 105% em relação ao ano anterior —, conta com mais de 11 mil cuidadores, 3 milhões de assistências realizadas e mais de 300 unidades no Brasil.

A meta da rede é chegar a 350 unidades em 2025, ampliando a atuação em estados ainda não contemplados e iniciando sua expansão internacional.

“Nosso compromisso é oferecer soluções personalizadas com profissionais capacitados para atender com excelência”, diz Jéssica Ramalho, CEO da empresa.

O olhar de quem cuida

Hoje, aos 57 anos, Rita representa bem o perfil da nova empreendedora da saúde: técnica, sensível, determinada e movida pelo propósito.

“Amo minha profissão. Empreender é desafiador, mas me motiva todos os dias. Meu trabalho vai além da necessidade básica — levamos carinho, conforto e afeto.”

Com orgulho da sua trajetória, ela mira o futuro com a mesma coragem que a levou a começar tudo de novo aos 41 anos.

Quer crescer como empresária, abrir uma nova unidade e mostrar que o cuidado, quando feito com excelência e empatia, transforma a vida de quem recebe — e de quem oferece.

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Vai abrir uma franquia? Descubra o que fazer para não fracassar https://mundodasfranquias.com/o-que-fazer-para-uma-unidade-de-franquia-nao-fracassar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-fazer-para-uma-unidade-de-franquia-nao-fracassar https://mundodasfranquias.com/o-que-fazer-para-uma-unidade-de-franquia-nao-fracassar/#comments Tue, 01 Jul 2025 15:45:39 +0000 https://mundodasfranquias.com/?p=588 Apesar das vantagens da franquia, não há garantia de sucesso, e trará dificuldades, se não houver atenção sobre alguns cuidados Investir em uma franquia pode ser um caminho promissor para quem deseja empreender com o suporte de uma marca consolidada.  No entanto, apesar das vantagens do modelo, não há garantia de sucesso. Assim como em […]

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Apesar das vantagens da franquia, não há garantia de sucesso, e trará dificuldades, se não houver atenção sobre alguns cuidados

Investir em uma franquia pode ser um caminho promissor para quem deseja empreender com o suporte de uma marca consolidada. 

No entanto, apesar das vantagens do modelo, não há garantia de sucesso.

Assim como em qualquer negócio, uma unidade franqueada também enfrenta dificuldades — e até ter fracasso — sem alguns cuidados essenciais

Mas, afinal, o que fazer para evitar que isso aconteça?

1. Escolher a franquia certa para o seu perfil

Antes de qualquer contrato assinado, é fundamental que o futuro franqueado analise com honestidade o seu próprio perfil. 

Você tem afinidade com o segmento escolhido?
Possui as habilidades exigidas para a operação? 

Entender suas forças, fraquezas e interesses é o primeiro passo para evitar frustrações e garantir engajamento no dia a dia do negócio.

2. Estudar profundamente a COF (Circular de Oferta de Franquia)

A COF é um documento obrigatório que contém informações cruciais sobre a rede franqueadora, histórico da marca, taxas, obrigações e desempenho de outras unidades. 

Muitos franqueados cometem o erro de não ler com atenção esse documento. Uma análise criteriosa pode revelar riscos e apontar se a franquia realmente é viável e transparente.

3. Manter um bom relacionamento com o franqueador

A relação entre franqueado e franqueador tem como base a confiança e a comunicação constante. 

Participar dos treinamentos, tirar dúvidas com a franqueadora, seguir os padrões estabelecidos e estar aberto a feedbacks é essencial para alinhar a operação com o que a marca espera — e com o que o consumidor reconhece como valor.

4. Gestão financeira rigorosa da franquia

Mesmo com o suporte da rede, a unidade franqueada é um negócio que exige organização financeira. 

Ter controle de fluxo de caixa, separar as finanças pessoais das empresariais, entender os custos fixos e variáveis e manter uma reserva de capital para os primeiros meses de operação são cuidados essenciais e diferenciais entre o sucesso e o fracasso.

5. Caprichar no atendimento e na operação

Uma franquia de sucesso depende diretamente da experiência do cliente. 

Por isso, é importante garantir que a equipe esteja bem treinada, motivada e alinhada com os valores da marca. 

Padronização, qualidade e agilidade são pilares que não podem ser negligenciados.

6. Escolher bem o ponto comercial da franquia

A localização da unidade é um fator determinante. 

Avalie o fluxo de pessoas, o perfil do público da região e a concorrência no entorno. 

Um ponto ruim pode comprometer todo o potencial da operação, mesmo com um bom produto ou serviço.

7. Ser proativo e acompanhar os indicadores

O franqueado de sucesso não se limita a “operar a loja”, mas, também, analisa os números com frequência. 

Quais produtos vendem mais?
Quais ações geram mais tráfego?
O que pode ser otimizado? 

Tomar decisões com base em dados é um diferencial competitivo poderoso.

A franquia é, sim, uma porta de entrada mais segura para o empreendedorismo, mas não elimina os riscos.

Com preparo, disciplina e alinhamento com a rede franqueadora, é possível não só evitar o fracasso, mas transformar a unidade em uma referência dentro da marca.

Antes de investir, estude. Depois de abrir, dedique-se. 

O sucesso é construído diariamente, com planejamento, execução e paixão pelo negócio.

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Ela fez de um TCC, uma franquia de sucesso https://mundodasfranquias.com/ela-fez-de-um-tcc-uma-franquia-de-sucesso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ela-fez-de-um-tcc-uma-franquia-de-sucesso https://mundodasfranquias.com/ela-fez-de-um-tcc-uma-franquia-de-sucesso/#comments Sun, 29 Jun 2025 15:20:24 +0000 https://mundodasfranquias.com/?p=577 Camila Reginato criou a Frida Underwear como um projeto de especialização, mas, hoje, é uma das principais redes de lingeries do País Aos 32 anos, a gaúcha, Camila Reginato, já construiu o seu império. A Frida Underwear, rede de franquias de lingeries exclusivas, além de um negócio de baixo custo, que também pode ser operado […]

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Camila Reginato criou a Frida Underwear como um projeto de especialização, mas, hoje, é uma das principais redes de lingeries do País

Aos 32 anos, a gaúcha, Camila Reginato, já construiu o seu império. A Frida Underwear, rede de franquias de lingeries exclusivas, além de um negócio de baixo custo, que também pode ser operado de casa, com alta lucratividade, trouxe para o mercado a disrupção do padrão de beleza feminino, com foco na diversidade de corpos, sempre tendo como base de seu negócio fortalecer as tantas habilidades e qualidades da mulher.

E tudo veio de um TCC

A Frida nasceu de um projeto para um trabalho de conclusão de pós-graduação em Gestão de Negócios Digitais, que Camila fazia Must University, da Florida, nos Estados Unidos.

Em 2017, Camila resolveu tirar o seu projeto do papel e iniciou a Frida no e-commerce. Três anos depois, em 2020, a empresária entrou com a marca no Franchising

“E dois anos depois atingimos um faturamento de mais de R$ 1 milhão, com a venda e franqueamento de lingeries exclusivas”, conta Camila, orgulhosa.

Além disso, a Frida virou parte de um livro lançado nos EUA e, posteriormente, recebeu uma obra própria, escrita por sua fundadora com o objetivo de motivar outras mulheres a realizarem seus sonhos e empreenderem.

“O sucesso da Frida foi tão grande, que recebi um convite de uma professora orientadora de banca, do mestrado em Negócios Internacionais, que fiz na Florida, Estados Unidos. Assim, a Frida virou um case de estudo do livro que ela estava escrevendo e, posteriormente, ganhou um livro próprio”, relembra a CEO.

Instituto Frida

Além disso, Camila Reginato desenvolveu o Instituto Frida, que surgiu com o objetivo de dar apoio às mulheres, que buscam desenvolvimento profissional e pessoal para transformar a própria realidade a partir do empoderamento, do fortalecimento da autoestima e do autoconhecimento, por meio de aulas exclusivas semanalmente e online.

“Muitas mulheres querem mudar de vida, mas tem medo de sair de antigos paradigmas. Sendo assim, de forma gratuita, elas podem se inscrever para receber nossos conteúdos por e-mail, em formato de vídeo, em cursos ministrados por terapeutas, que já atuam com o público feminino”, ressalta Camila.

As clientes atestam

O marketing boca a boca ainda é a ferramenta mais certeira para alavancar os negócios de uma empresa. E ele se dá a partir das boas experiências dos consumidores.

Especialmente no Pará houve um depoimento que chegou no momento mais que ideal. A cliente da Frida, Ingrid Jamile Marialva Feller, achou na franquia tudo o que ela precisava como consumidora, tanto que, posteriormente, se tornou uma modelo da edição Beachwear da marca.

“Uma coisa que me deixou apaixonada pela Frida foi a inclusão. Eu sempre entrava em sites para fazer compras, mas, principalmente com roupas, é preciso saber as medidas. Quando via nas modelos, com silicone e sem estrias, eu achava lindo, mas quando chegava, não era nada como eu havia pensado. Agora, nas peças da Frida me senti incluída e foi isso que me fez querer participar das sessões de fotos, porque eu nunca me veria como modelo. Há um tempo, eu odiava meu corpo, agora eu estou me amando”, relatou a modelo Ingrid.

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51% das franquias são gerenciadas por mulheres https://mundodasfranquias.com/51-das-franquias-sao-gerenciadas-por-mulheres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=51-das-franquias-sao-gerenciadas-por-mulheres https://mundodasfranquias.com/51-das-franquias-sao-gerenciadas-por-mulheres/#respond Wed, 25 Jun 2025 04:29:28 +0000 https://mundodasfranquias.com/?p=508 Conheça as histórias de sete redes de sucesso fundadas e lideradas por empresárias para você se inspirar Um levantamento da ABF (Associação Brasileira de Franchising) mostra um crescimento na participação feminina no setor de franquias no Brasil, sendo 1/3 do setor liderado por mulheres. Comparando dados de 2015 a 2024, a pesquisa mostra que as mulheres agora […]

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Conheça as histórias de sete redes de sucesso fundadas e lideradas por empresárias para você se inspirar

Um levantamento da ABF (Associação Brasileira de Franchising) mostra um crescimento na participação feminina no setor de franquias no Brasil, sendo 1/3 do setor liderado por mulheres. Comparando dados de 2015 a 2024, a pesquisa mostra que as mulheres agora representam 51% das colaboradoras nas redes franqueadoras e avançaram em posições de liderança.

Em 2015, as mulheres ocupavam 19% dos cargos de alto escalão. Em 2024, o número saltou para 29%. O avanço é acima da média nacional em cargos de alta liderança feminina, que se mantém em 28%.

E para encorajar a figura feminina no mundo dos negócios conheça redes fundadas e lideradas por empresárias brasileiras:

Steph Gomides, do aiqfome

Em 2007, a gama de ferramentas para fazer um pedido de comida se resumia a um único canal: o telefone. E foi em meio a inúmeras ligações malsucedidas para fazer um pedido, somada a uma dose extra de fome, que os paranaenses Steph Gomides e Igor Remigio tiveram a ideia de desenvolver um site para facilitar essa jornada.

Na época, o casal ganhava cerca de R$ 600,00 com serviços de freelancer com web designer. Batizado de aiqfome.com, o domínio reunia o cardápio online de diversos restaurantes de Maringá, no interior do Paraná. Além de ocupar o pioneirismo do seu mercado, hoje ele é o maior aplicativo de entregas do interior do Brasil e o 2° maior do país. Adquirido pelo Grupo Magalu em 2020 para atuar como uma vertical food do conglomerado, o negócio fechou o ano com de 2024 com faturamento de mais de R$2 BI.

“Essa sequência de episódios com pedidos de delivery aconteceu em 2001. Eu me lembro que isso despertou uma inquietação dentro de mim: deveria existir uma maneira mais fácil de pedir comida sem ser pelo telefone ou navegando de site em site para checar o cardápio dos restaurantes. O projeto, contudo, ficou adormecido até 2007, quando decidi retomar essa iniciativa. Na época, eu empreendia ao lado do Igor com uma agência que fazia pequenos serviços de audiovisual para restaurantes locais. No aiqfome nunca tivemos um investidor, então, desenvolvemos o negócio do zero a quatro mãos e fomos reinvestindo todo o lucro adquirido”, relembra a empresária.

Victória Medeiros, da House Forneria

Após a pizza ser o produto mais consumido pela sua família durante a pandemia, a carioca Victoria Medeiros decidiu fundar a House Forneria, em 2021, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, junto com seu marido, Thiago Quintas.

O objetivo era oferecer uma pizzaria em conceito híbrido ainda não vista no Rio de Janeiro, que oferecesse a agilidade de entregas de uma dark kitchen com o investimento em ingredientes premium de uma pizzaria gourmet.

Em um mercado do ramo do food service dominado por homens, Victória é uma das poucas mulheres em cena no mercado de pizza do Rio de Janeiro. Hoje, com cinco unidades no seu portfólio (Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá, Tijuca e Copacabana), a rede investe através do sistema de Franchising.

“Tínhamos uma brincadeira em casa onde fazíamos um ranking das melhores pizzarias do Rio de Janeiro, mas nunca chegávamos em um consenso, porque faltava algo, sabe? Uma marca tinha uma entrega ágil, mas a outra tinha uma massa mais leve, enquanto uma terceira tinha coberturas mais premium. Nosso objetivo foi unir tudo isso em um negócio só. Desde o começo, já pensamos em um conceito que pudesse ser formatado e facilmente replicado como franquia e com dois anos de marca já temos a primeira franquia em operação e outras já negociadas ainda para o primeiro semestre”, conta Medeiros.

Vannessa Macena, da Mundo di Chocolate

À frente da Mundo di Chocolate, rede de franquias especializada em fondue express e outras sobremesas à base da guloseima, está a chocolatier Vannessa Macena.

Em apenas dois anos e meio, a marca fundada em Joinville já conta com 50 unidades em oito estados diferentes e faturamento de R$ 9 milhões. Mas, quem presencia o rápido crescimento do negócio não imagina que a empresária largou a carreira de nadadora profissional, ainda na juventude, para trabalhar com chocolate para pagar uma dívida. Foi no seu 1° emprego em um quiosque de chocolate, em um shopping local, que ela foi fisgada pelo mundo da gastronomia.

“Minha história com o chocolate vem de família. Isso porque, quando meus pais se mudaram de São Bernardo do Campo (SP) para Joinville (SC) e decidiram empreender, investir em um quiosque de chocolate foi uma mera oportunidade. Na época, o shopping local onde estavam procurando ponto, comentou que faltava uma loja com doces e meu pai decidiu desenvolver uma marca de chocolate. Logo, eu nasci e cresci ao redor desse universo. Na adolescência, fui nadadora profissional e achei que iria seguir nessa profissão, mas precisei trabalhar nos negócios da família para pagar uma dívida e acabei me apaixonando por esse universo. Hoje, 24 anos depois, meus pais estão divorciados e a sociedade foi desfeita, mas sigo em um caminho solo à frente da minha própria rede de franquias”, comenta a empresária e chocolatier Vannessa.

Luana Cabral, da Luah Semijóias

Após ser demitida em 2012 da joalheria Vivara onde era gerente em duas lojas, Luana Cabral encontrou uma luz no fim do túnel. Para abrir o seu próprio negócio, a tocantinense precisou usar o dinheiro da sua rescisão e vender o seu carro, no valor de R$ 26 mil, para dar os primeiros passos com a Luah Semijoias.

“Quando eu estava na joalheria, as lojas que eu gerenciava estavam sempre entre as TOP 10 de performance no ranking do Brasil, então, é claro que a demissão me pegou desprevenida. Em paralelo a tudo o que estava acontecendo profissionalmente comigo no Maranhão, minha mãe empreendia como revendedora de semijoias desde a minha infância, em Tocantis. Logo, quando eu pensei em traçar meus próximos passos, empreender com semijoias foi o caminho mais óbvio. Mas, eu queria ir além do varejo, investindo em uma rede com revendedoras autônomas, formato que eu vi funcionar na minha família desde que eu era pequena e que incentivava outras mulheres”, conta Luana.

Hoje, a rede conta com dois formatos de negócios para os investidores: a microfranquia Home Office em que a franqueada começa trabalhando em casa e, após um ano, inaugura a sua loja; e o Premium, que já inicia a operação com uma loja física estrutura para atender o varejo e as revendedoras da região.

Sálua Bueno, a frente do Amélie Crêperie e Juliette Bistrô

Em 2014, quando decidiu investir no negócio gastronômico, com apenas 32 anos, a carioca reuniu todas as suas economias para abrir o Amélie Crêperie, no Shopping da Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A falta de experiência no setor, contudo, a fez gastar o dobro do previsto. Com os ajustes necessários, o bistrô francês começou a se tornar um negócio próspero, chegando a faturar R$ 200 mil por mês. Em 2016, veio a 2ª unidade, dessa vez no Barra Shopping, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Um ano depois, a marca expandia novamente, abrindo sua 2ª unidade na Zona Sul, no Botafogo Praia Shopping, e 3ª da rede.

O negócio já era sustentável e estava em um bom ritmo quando veio a pandemia, em março de 2020. Com o decreto de lockdown, a rede ficou com o faturamento zerado por alguns meses até conseguir se reestruturar e operar por delivery. Além do apoio financeiro do Pronampe, o negócio ainda precisou de outros dois empréstimos para sobreviver nesse período, que somados chegaram à quantia de R$ 2 milhões.

Em 2021, a carioca recebeu um convite do Shopping Rio Design Leblon para tirar uma segunda ideia de negócio do papel: o Juliette Bistrô. A rede de bistrôs de gastronomia internacional oferece o mesmo conceito de charme acessível da sua marca mãe, mas com uma culinária mais diversa e um ambiente inspirado na arquitetura art déco de grandes cidades cosmopolitas.

O projeto foi bem-sucedido, ganhando até uma 2ª unidade no Casa Shopping, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O Amélie Crêperie cresceu e se uniu ao Grupo Arcca, holding de franqueadoras multimarcas com forte DNA de tecnologia e gestão. O modelo de negócio de restaurante otimizado e compacto, requer um investimento inicial a partir de R$650 mil. O objetivo agora é expandir a marca para outros estados, como interior de São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Distrito Federal.

Arlete Wolfram, do Porto do Sabor

Arlete Wolfram, começou a preparar lanches saudáveis na cozinha do seu apartamento, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, como opção de merenda para a escola das crianças. E o que começou com uma atitude de zelo pela saúde dos seus pequenos, em pouco tempo ganhou fama e adeptos no colégio. Assim, nasceu o Porto do Sabor, rede especializada em refeições e lanches saudáveis, que conta com 37 unidades espalhadas pelo Rio de Janeiro.

Hoje, mais de 25 anos depois do start despretensioso na casa de Arlete, o negócio segue familiar, sendo conduzido pela fundadora, juntamente com seus filhos. E os planos da marca carioca seguem audaciosos rumo à expansão pelo sistema de Franchising, com meta de fechar 50 unidades pelo estado do Rio.

O empreendedorismo sempre esteve no DNA de Arlete. Nascida em São Paulo, a mãe dela era dona de uma confecção e uma loja. Enquanto não estava estudando, Wolfram ajudava a sua mãe no dia a dia do negócio. Após o casamento, ela se mudou para o Rio de Janeiro e quis seguir com o legado de empreender da família, mas no ramo da alimentação. Sonho realizado em 1997, quando investiu R$ 150 mil na sua 1ª unidade do Porto do Sabor, na Barra da Tijuca.

A unidade tinha 40m² e ares de delicatessen. Mas, o pulo do gato veio quando a empresária incluiu o açaí no cardápio.

“Eu já tinha uma franquia de açaí e resolvi inserir essa opção de lanche no Porto do Sabor. Como era uma loja próxima a um colégio, o produto fez sucesso rapidamente e ganhou fama entre os alunos. Na época, minha mãe me ajudava no atendimento, então, ficamos conhecidos como “o açaí da vovó”, lembra.

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